Roda de Prosa na Periferia – anti-história – Juvenal Teodoro Payayá

O livro “Roda de Prosa na Periferia – Anti-história”, de Juvenal Teodoro Payayá, trata de um tema delicado, considerado tabu – o ESTUPRO. 

Em cada capítulo deste livro, há pelo menos um corajoso depoimento de uma pessoa oprimida. Através da busca histórica, o autor mostra que o estuprador não considera cultura, idade, ideologia, cor, raça classe social. Fruto de vivência e imaginação, o texto surpreende pela diversidade de pessoas em um exíguo espaço/tempo, pela liberdade com que elas tratam diversos temas: influência do poder, vulnerabilidade das vítimas, elemento surpresa, coragem, as armas, e por fim, a inteligência imaginativa da mulher diante da força bruta. 

Sem apelação para a lascívia, o autor desmonta os fundamentos intoleráveis do “sexo frágil” perante a superioridade masculina.  

As mulheres que assinam este manifesto estão conscientes disso. Elas são as mães da sociedade humana, juntas ao autor, pai, avô, professor, cacique indígena, ampliarão sua fala, prudente e astuciosa, para um discurso universal, certos que, de outra forma não lhe ouviram. Através da persuasão poética e da narrativa envolvente é possível dizer que o corpo da mulher é seu território sagrado, e lhe pertence, que ela tem amplo direito de decidir seu destino, que, doravante fica proibido qualquer violência contra a mulher, seja pela força bruta do macho, seja pelo estado que se diz de “direito”! 

***

Ao longo da história, o colonizador, homem branco ou negro, escreveu a história dos povos nativos. 

Nessa anti-história, o nativo narra sua versão da história do colonizador e do homem branco e do negro. 

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ISBN: 978-65-5361-096-5

Formato: 16X23 cm

280 páginas

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Roda de Prosa na Periferia – anti-história – Juvenal Teodoro Payayá

O livro “Roda de Prosa na Periferia – Anti-história”, de Juvenal Teodoro Payayá, trata de um tema delicado, considerado tabu – o ESTUPRO. 

Em cada capítulo deste livro, há pelo menos um corajoso depoimento de uma pessoa oprimida. Através da busca histórica, o autor mostra que o estuprador não considera cultura, idade, ideologia, cor, raça classe social. Fruto de vivência e imaginação, o texto surpreende pela diversidade de pessoas em um exíguo espaço/tempo, pela liberdade com que elas tratam diversos temas: influência do poder, vulnerabilidade das vítimas, elemento surpresa, coragem, as armas, e por fim, a inteligência imaginativa da mulher diante da força bruta. 

Sem apelação para a lascívia, o autor desmonta os fundamentos intoleráveis do “sexo frágil” perante a superioridade masculina.  

As mulheres que assinam este manifesto estão conscientes disso. Elas são as mães da sociedade humana, juntas ao autor, pai, avô, professor, cacique indígena, ampliarão sua fala, prudente e astuciosa, para um discurso universal, certos que, de outra forma não lhe ouviram. Através da persuasão poética e da narrativa envolvente é possível dizer que o corpo da mulher é seu território sagrado, e lhe pertence, que ela tem amplo direito de decidir seu destino, que, doravante fica proibido qualquer violência contra a mulher, seja pela força bruta do macho, seja pelo estado que se diz de “direito”! 

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Ao longo da história, o colonizador, homem branco ou negro, escreveu a história dos povos nativos. 

Nessa anti-história, o nativo narra sua versão da história do colonizador e do homem branco e do negro. 

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ISBN: 978-65-5361-096-5

Formato: 16X23 cm

280 páginas

Juvenal Teodoro Payayá, nascido na Chapada Diamantina-Bahia, berço de grandes escritores. Vive entre o viveiro de mudas nativas, a poesia e a formatação de seus romances; professor, líder indígena – cacique – e apaixonado pelas coisas da terra. Ocupou parte de sua vida em busca das raízes históricas do povo Payayá, até então considerado extinto. Em suas narrativas, ou nos versos, procura a fusão entre a ficção e a realidade; sempre em defesa dos direitos dos povos e organizações indígena. Juvenal foi aluno de História, na USP e de Economia, na UEFS, e é membro da Red Latinoamericana por la Defensa del Patrimonio Biocultural

 Edilene Carvalho Payayá

http://kotter.com.br

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