Pedro Honorato escreve: ‘A Crise social’

Nos últimos dias ergueu-se nas margens das principais rodovias do país o uma verdadeira cidade de lona. Milhares de maquinas ociosos as quais puxam todos os gêneros de consumo que a sociedade brasileira necessita para o dia-dia. Uma semana depois, o caos esta instalado no país, nada continua funcionando como antes da greve.
A recessão econômica, agravada por uma política inconsequente de austeridade que já produziu 14 milhões de desempregados. A alardeada por uma recuperação do PIB no segundo trimestre, de 0,2%, o que é uma farsa e soa mais como uma acomodação no fundo do poço do que um efetivo sinal de melhora da economia. Neste cenário, milhões de trabalhadores que não tem um emprego fixo se proliferam. Enfrentar este cenário com repressão só agrava o problema.
Acreditar que desocupações forçadas das estradas possam inibir o movimento é, não compreender a gravidade da crise, é combater incêndio com gasolina. O governo precisa ter prudência e agir rápido para evitar que esse caos social iniciado pela falta de produtos de primeiras necessidades possa agravar em pouco tempo.
Em forma de cascata os problemas socais vão se suceder a partir de então com o advento das eleições de outubros e o final do governo Temer o qual podemos comparar a um edifício em ruína e todos que percebem isso começam a fugir logo para salvar-se. Sem falar na desregulamentação das relações de serviços gerenciados pelo governo federal, cujos efeitos se farão sentir a partir de novembro, quando realmente o enterro sair. O que estava anunciado começa a despontar a crise econômica brasileira ganha os contornos de crise social sem precedente. Qual será a saída?  Aguardem o próximo artigo.
 
Pedro Honorato

0 comentário em “Pedro Honorato escreve: ‘A Crise social’”

  1. marcelo ferrari

    facil resposta: A saida é acabar o fanatismo politico-social que o país mergulhou. O Brasil tem a mania de criar “salvadores da patria” isso é muito bom para filmes de ficção. Salvadores da patria não existem..O que existe é falta de coerência

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