Aos 14 de janeiro de 1936 era editada a Lei 185.
Hoje, mais de 35 milhões de brasileiros trabalhadores têm assegurados a remuneração mínima. Ao estabelecer o salário mínimo como regra remuneratória, Getúlio criava um divisor entre a barbárie e principiava um tempo minimamente civilizado.
Em 1994, quando foi adotado o plano real, o salário mínimo era de R$64,79.
Entre 1995 e 2002, governo do Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o salário mínimo saiu de R$70,00 para R$ 200,00.
Nos dois primeiros mandatos do presidente Lula, o salário mínimo passou de R$200,00 para R$ 510,00.
No período de 2003 a 2006, em que pese o aumento real concedido pelo governo, não havia regra estabelecida que assegurasse o crescimento real.
Em 2007, foi criada a política permanente de valorização do salário mínimo, que conjugava a reposição da inflação, o aumento real pela variação do PIB e, à partir de 2010, a antecipação da data-base de revisão para janeiro.
Com a política de valorização e a visão do então presidente, o salário mínimo acumulou aumento de 57% durante os dois primeiros mandatos petista.
Em 2019, o ex-presidente Jair Bolsonaro não renovou a política de salário mínimo e, com isso, além de não ter aumento real, deixou de recompor a inflação, representando o empobrecimento de parte significativa da população brasileira, por meio da perda de poder aquisitivo.
Em 2023, logo após tomar posse para o seu terceiro mandato, o governo do presidente Lula retomou a política de valorização do salário mínimo, por meio da Lei 14.663, de 28 de agosto de 2023. Assim, o aumento do salário mínimo atualmente se dá por meio da reposição da inflação do ano anterior acrescido do índice correspondente ao crescimento do PIB de dois anos anteriores, o que garante o aumento real.
EVOLUÇÃO – Em 2022, o salário mínimo era R$ 1.212. O valor passou para R$ 1.320 em 2023 e, em 2024, já com as regras da Política de Valorização, chegou a R$ 1.412, avançando para R$ 1.518 em 2025, até chegar aos R$ 1.621 previstos para 2026.
Lula é o presidente que mais aumentou o salário mínimo.
Fonte: @leandro_brito_lemos