Embasa é obrigada a religar água por determinação judicial

Hoje, por volta das 9h50 a Empresa Baiana de Águas e Saneamento – EMBASA foi obrigada a religar o fornecimento de água da residência do jornalista Salvador Roger Pereira de Souza, em Itaberaba, por determinação de decisão liminar baixada pela juíza Renata Furtado Foligno, titular da vara de Defesa do Consumidor. A decisão Liminar publicada ontem (quarta-feira) por volta das 9h00, impôs que a empresa estatal “restabeleça o serviço de fornecimento de água do imóvel da autora, matricula 05645203, até decisão final, no prazo de 24 horas … sob pena de multa única de R$2.000,00”.
O imóvel do jornalista sofreu o corte indevido de água, na sexta-feira, 3, no mesmo dia em que Salvador Roger entrou no Juizado do Consumidor, com uma ação escrita por ele mesmo. O imóvel ficou sem água durante 8 dias, em flagrante humilhação e dano moral ao consumidor e seus familiares.
Apesar de citada ontem, às 10h50, a direção da EMBASA, “inescrupulosamente, em flagrante desrespeito ao cidadão, só religou água no último momento do prazo liminar, “com o único objetivo de prejudicar e castigar minha casa e minha família”, reagiu o jornalista Salvador Roger, indignado.
Cobrança abusiva

Após a religação da ághua por determinação judicial, a Embasa mandou preposto trocar o medidor velho.
Após a religação da água por determinação judicial, a Embasa mandou preposto trocar o medidor velho.

Em sua petição judicial, Roger destaca que em sua residência existe um único reservatório de 500lt., com um consumo de água oscilando de 3 metros cúbicos  até 11 m³,  entretanto a EMBASA apresentou um recibo de dezembro/2016 com um consumo exorbitante de 80m³, seguido de outro em janeiro, apresentado consumo de 18m³, com a alta cobrança de R$435,06.
Imediatamente – conta Roger – que esteve na Embasa solicitando, por oficio, a reparação do erro nas contas a substituição do medidor, que está em uso há mais de 20 anos em sua residência. Depois, houve a inspeção do imóvel por prepostos da empresa, constatando não haver vazamentos, porém, nada foi solucionado, tendo os dirigentes da Embasa optado em determinar o corte dá água. “Ai é que se deram mal, pois neste Brasil ainda existe justiça para corrigir estes abusos das concessionárias, que se acham detentores da lei’, reagiu Salvador Roger, arguindo uma lição de direito da cidadania.
Fonte: O Paraguaçu

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