Pedro Honorato e ‘A DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES PARA AVACINAÇÃO CONTRA A COVID-19’

A definição de quais os públicos que serão priorizados na vacinação contra a COVID-19 será feita após a conclusão dos testes e certificação pela a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). segundo afirmação feita pelo Ministério da Saúde, os profissionais de saúde serão os primeiros a serem vacinados e as pessoas acima de 75 anos – enquanto profissional de saúde defendo a prioridade para estes mas, acredito que a faixa de 75 anos é muito alta essa deve cair nessa primeira etapa pelo menos para 60 anos, logo visto que ainda vai passar alguns dias para as pessoas vacinadas atingirem a imunidade .

Porque só assim teremos certeza de que grupos prioritários terão melhor alcance, da imunidade apresentaram o que há até o momento é apenas um planejamento para a imunização contra a COVID-19.

Foram levadas em consideração, diferentes variáveis sobre a vacina para definir quem poderá receber o tratamento primeiro e como se daria o programa de imunização. Para tanto foi necessário entender o perfil da saúde, qual o esquema de vacinação a ser adotado, quais são os dados de segurança, qual o tipo de frasco, qual a duração e a estabilidade da vacina após o frasco ser aberto no posto de saúde, quais as condições de armazenamento, enfim.

A pandemia apresenta características iguais em quase todas as regiões do mas isso não significa dispensa de estudos também poderão considerar a situação epidemiológica de diferentes localidades. É preciso avaliar a situação epidemiológico, a situação da doença, entender a doença tanto em coeficiente de hospitalização e de mortalidade. Todos os estudos contribuem para definição de dos grupos prioritários.

O Ministério da Saúde deve adotar como premissa que a vacina vai ter de oferecer segurança, eficácia, uma produção em escala e oferta em tempo oportuno para poder ser inserida no Programa Nacional de Imunização, ela deverá ter condições de logísticas adequadas e favoráveis compatíveis com as vacinas existente no sistema único de saúde  – SUS.

Um agravante na constituição da vacina contra Covid 19 é que essa não há aprovação no público de até 12 anos. Isso pode dar uma cara nova a pandemia a partir do comportamento do vírus após os grupos imunizados

Só nos Estados Unidos há 11 vacinas em fase clínica. O Brasil está em 7º, com 15 alternativas em fase pré-clínica. Ensaios clínicos em andamento no Brasil há a da Universidade de Oxford/Astrazeneca, a Sinovac/Instituto Butantan, a Pfizer/Biontech e a Janssen, um braço da Johson e Johnsons.

Os gestores do Ministério da Saúde preferiram adiantar com a Pfizer e receberam um lote de 60 milhões de doses já aprovados pela OMS, que após registro na ANVISA será aplicada no público definido como prioritário.

Pedro Honorato

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