Nos EPISÓDIOS DO JUNHÃO: ‘Corretagem Esperta’

JUNHÃO

Vinte e dois anos de idade. Não sai de perto do telefone fixo do apartamento o dia inteiro. Quando o telefone toca, ele se apressa em atender a ligação sem demora. Esbaforido, pega o fone e fala baixo, quase inaudível. Alguns segundos depois, quando a conversa termina ele não coloca o telefone no apoio e, a seguir, faz uma ligação. A sua voz continua baixa do mesmo jeito, cochichando com alguém do outro lado da linha.

MÃE

Quarenta e dois anos. Os olhos giram de um lado para outro demonstrando ansiedade, pois está curiosa para saber qual o segredo daquelas conversas murmuradas. Por mais que se esforce em ouvir, as palavras são incompreensíveis e isso a deixa muito nervosa. Ela passa a maior parte do dia perto do aparelho telefônico fingindo varrer o chão ou espanando algum móvel no intuito de tentar ouvir o motivo daqueles cochichos. Frustrada por não conseguir o seu intento, fala baixo para si o que está pensando. Referindo-se ao filho, comenta:

– Esse segredo todo “tá me cheirando” a mutreta… Esse mau elemento “tá” armando alguma coisa errada… O dom dele é só pra fazer merda. Parece que esse sujeito só nasceu pra descambar para o lado errado. Toda hora aparece um malfeito dele. Já não aguento mais tanta injúria, meu Deus!

JUNHÃO

Furtivo, sem perceber que está sendo observado ele segue o mesmo roteiro, recebendo e fazendo ligações telefônicas o tempo inteiro. Tudo no maior sigilo.

MÃE

Continua ansiosa porque está obcecada para saber a razão de tanta conversa murmurada. Fala baixinho:

– Já pensou um marmanjo desse passar o dia todo grudado no telefone sem fazer nada na vida? Ele não sai de perto desse aparelho. Não se desgruda daí nem por um minuto sequer. Ele come com o prato na mão e nem na privada essa criatura vai porque está colado no telefone aguardando as tais ligações.

A seguir diz com determinação:

– Mas eu ainda descubro esse segredo, seja lá qual for!… Ah, se eu descubro!… Jesus vai “mim” ajudar nessa tarefa. Se o que ele está fazendo for alguma coisa errada aí eu vou botar esse vadio pra “chimbar” ou não me chamo Ceiça!…

Depois se queixa:

– O sujeito não paga sequer “um mil réis” da conta telefônica e ainda se acha no direito de ocupar a linha o dia inteiro; até de noite ele continua com essa treita. Mas eu ainda vou descobrir do que se trata.

Gloriosa e demonstrando esperteza, exclama:

– Eu, Ceiça, percebendo que existe alguma coisa errada debaixo do meu “fucinho” e não saber o que está havendo?!… Só se a imbecil for outra criatura com um nome parecido com o meu. E Deus que “mim” livre de ter uma “homônima” minha!

E completa com entusiasmo:

– Mas eu, batizada, crismada e registrada no cartório com o bonito nome de Maria da Conceição Paiva de Brito, nascida no povoado de Nova Cruz, em Baixa Grande, filha de Felismina Soares Silva e Antero Inocêncio Paiva, jamais vou permitir que ocorra qualquer tipo de falcatrua debaixo do meu teto sem que eu saiba o que é! “Comigo não jacaré”! O meu Deus está no controle deste lar!

JUNHÃO

Continua sorrateiro na sua atividade de receber e fazer ligações. Mas, às quatro horas da tarde, chega o momento em que ele tem a obrigação de ir comprar o pão. Não podendo falhar com esse compromisso, sai do apartamento correndo para ir à padaria. Tem pressa em voltar logo para continuar com a sua atividade logística.

MÃE

Fica sozinha no apartamento e se senta na cadeira junto ao aparelho. Aguarda ansiosa por uma ligação que seria para o filho. Instantes depois o telefone toca e ela arregala os olhos de alegria. Ouvem-se os estrondos do seu coração pulsando de ansiedade por causa da curiosidade. Ela pressente que chegou a hora de desvendar o segredo que a deixou curiosa por vários dias. Imediatamente se acalma e atende ao telefone. Sua voz soa melodiosa:

– “Alôoo”!…

Ouve alguma coisa do outro lado da linha que não lhe agrada e o seu semblante muda na hora. O interlocutor continua falando. Ouvindo o que não quer, ela fica embrutecida e cerra as sobrancelhas. O olhar esbugalhado demonstra estar com muita raiva e as ventas expelem fogo e fumaça. Embrutecida, ela interrompe a fala do homem de modo ríspido:

– Agora escute você, cidadão! O senhor “tá” pensando que eu sou o quêêê???…

Com a resposta dada ela fica desvairada com o que ouve e quase grita ao telefone:

– “Mim” respeita “cabra safado”!… Eu sou uma mulher honrada, mãe de família e muito bem casada! Não sou quem o senhor está pensando, ouviu?!…

Mal-humorada, determina espumando de raiva:

– Vá cantar a sua mãe, sujeito abusado!!!

Ela estranha novamente o que ouve e grita:

-O quêeee?!!!…

Com a explicação dele, ela repete com incredulidade:

– O meu telefone está num anúncio da internet???!… E esse tal de anúncio diz o quê???!!!…

Sem acreditar no que está ouvindo, exclama repetindo o que ouviu:

– A tal de publicidade diz que a minha casa é uma agência de garotas de programa?!… E o senhor afirma que paga comissão a um elemento de nome “Jéqui” pela intermediação do “serviço”?!…

Constrangida, se defende quase suplicando:

– Isso é mentira, meu senhor!… Essa propaganda é enganosa. Aqui é uma casa de família! Esse tal de “jégui” deve estar usando indevidamente o número do meu telefone.

A seguir promete lamuriosa:

– Vou tomar as providências necessárias imediatamente para corrigir essa situação vexatória. Tenho certeza absoluta que o tal de “Jégui” nunca mais vai usar o meu número para esse tipo de coisa errada. Isso eu garanto!

Apesar de estar desesperada, percebe imediatamente “quem” é o culpado por ela estar passando por esse vexame. Bem que já havia desconfiado daquela treita, quando o filho ficava recebendo e fazendo ligações. Determinada, informa da sua intenção ao homem que ainda continua na linha:

– Por favor, senhor, não ligue mais “práqui”, porque eu vou matar o miserável que fez essa maldade comigo!… Passar bem.

A seguir ela bate o telefone com força no apoio ao terminar a ligação. Depois lastima chorosa:

– Uai, meu Deus!… Eu não aguento mais esse “jégui”. Se eu fosse uma mulher separada eu entregava esse marginal com urgência ao pai; mas como graças a Deus não sou, tenho que aguentar essa cruz pesada. “Mim acode” Jesus! …

Ainda atormentada, continua prometendo:

– Mas eu vou dar um jeito nesse “jégui” porque o sangue de Cristo tem poder!…

Demonstrando arrependimento de fatos passados ela relembra:

– Quando o Júnior começou a andar já dava mostras de ter um temperamento genioso. No entanto, ao invés de lhe dar uma lição, eu achava engraçado tudo o que ele fazia. Principalmente quando ele embirrava no mercado ou numa loja querendo um doce ou um brinquedo e eu não tinha condições de comprar. Nesse momento, o pirralho se jogava no chão esperneando, chorando alto e dando calundu. Amuado, exigia que eu comprasse a todo custo. O escândalo dele chamava a atenção das pessoas. Apesar disso, eu achava a coisa mais linda do mundo.

Continua relatando as lembranças:

– Quando ele foi crescendo parou de fazer aquelas presepadas. Eu fazia as compras tranquila com ele parecendo um rapazinho “mim” acompanhando. Mas ao chegar em casa eu descobria que tinha doces e brinquedos que eu não tinha comprado no meio dos pacotes. Para mim o Juninho tinha uma sabedoria muito grande porque pegava as coisas escondido e ninguém percebia. Cansei de elogiar a inteligência dele.

A seguir diz aparentando remorso:

– Todo mundo “mim” alertava sobre a natureza do Júnior e eu não dava importância.

Depois lamenta:

– Como eu fui injusta com as pessoas esse tempo todo… O primo Erival “mim” alertou diversas vezes, mas eu fui cega na minha “ingnorância” em querer proteger o meu filho. Olha aí o resultado! O peste do menino é mil vezes pior do que aquilo que ele falou da última vez. Agora estou com a “cara no chão” perante o primo.

E prossegue falando consigo:

– Só não vou pedir desculpas ao primo Erival porque irei ouvir muito “disaforo” dele. E o pior é eu terei de ouvir calada, ficando quieta de boca fechada, humilhada, porque ele tem razão em tudo que disse sobre o caráter do Júnior. É triste a gente estar errada porque não pode se defender.

A seguir ela encontra uma alternativa para se desculpar com o primo. Diz com entusiasmo:

– Já sei! Vou pedir à prima Rutinha para “aliviar a minha barra” conversando com Erival sobre o assunto da marginalidade desse miserável inconsequente.

Logo depois se arrepende e comenta:

– Percebi agora que não posso falar nada disso com ninguém. Se eu “mim” queixar de alguma coisa sobre essa criatura indigna, isso vai virar a maior fuxicaria do mundo no seio familiar com todos acusando a pobre da Ceiça, como se eu fosse a culpada desses desatinos do Júnior.

Continua com o raciocínio:

– Por isso tenho que ficar sofrendo calada. Se uma conversa dessa cair na boca de João, o marido da prima Rute, aí é que vou “mim” lascar de vez. Aquele sujeito tem uma “língua grande” e vai espalhar pra todo mundo saber da minha desventura com o Juninho. E ainda vão aumentar a conversa “mim” tachando de coiteira da vagabundagem do menino.

E fala com amargura:

– Vão terminar dizendo que a errada sou eu, apoiando o primo Erival. Infelizmente tenho que reconhecer que o primo enjoado tem razão em tudo que disse. ¬ apesar desse reconhecimento em relação ao primo, ela ainda nutre um enorme rancor por ele ter lhe informado sobre os defeitos do filho na época do alistamento militar.

E conclui com resignação:

– Que sina essa minha, meu Deus!…

Depois se lembra que tem um assunto urgente para resolver e vai para a janela enraivada. A seguir grita várias vezes tão alto chamando o filho que estronda o apartamento:

– Alcebíades Júnior, seu picareta “duma figa”!… Venha “pracá” ligeiro, seu infame!

JUNHÃO

Pouco tempo depois ele entra apressado na sala do apartamento carregando um pacote com os pães. Está ofegante devido à carreira que deu ao ouvir os gritos alucinados da mãe. Sonso, fingindo inocência, ele se justifica e depois indaga o motivo do chamamento enquanto aproveita o ensejo para aconselhá-la:

– Demorei um pouco porque os pães estavam assando e tive de esperar a fornada sair, mas isso não é motivo para tanto escândalo. Eu estava a dois quarteirões daqui e ouvi os seus berros. O que houve?!… Morreu alguém?! “Praquê” esse estresse todo?! Na sua idade tenha cuidado com o coração pra não ter um infarto…

MÃE

Seus olhos estão vermelhos e esbugalhados. Ela está cuspindo fogo quando fala. Seu rosto está rubro de raiva e envolto em labaredas. Mesmo arquejante, fala esbravejando:

– O que houve o quê, seu dissimulado!!!…

E completa:

– Você ainda vai “mim” matar do coração, seu pilantra! Isso é coisa que se faça, seu verme?!!!

JUNHÃO

Presumindo o motivo da raiva da mãe, ele arregala os olhos receoso das consequências dos seus atos. Fingido, pergunta com a voz trêmula:

– Mas o que foi que eu fiz dessa vez?!…

MÃE

Continua enfurecida:

– O que foi que fez o quê, pilantra?!!… Você só faz aprontar, “fela da puta”!

E prossegue:

– Descobri que você é um rufião, um cafetão de meia-tigela! Você vai ver: vou te internar na FEBEM, aprendiz de proxeneta!…

JUNHÃO

Percebe que está sem escapatória e fica em silêncio sem saber o que fazer. Não consegue nem murmurar.

MÃE

Está alucinada de rancor e continua com os esporros:

– Você vai terminar me matando de desgosto, seu peste!… “Tá” querendo “mim” desmoralizar, seu corno!… Eu sou uma mulher decente, ouviu?!… Não fique “mim” difamando, seu imundo! E se lembre bem, que a minha casa é de família, ouviu, seu gigolô barato?!…

JUNHÃO

Fica emudecido. Olha para o teto e faz um gesto com a boca significando desilusão por haver perdido a oportunidade de ganhar um dinheiro extra para as suas farras.

MÃE

Está tremendo de raiva devido ao ocorrido. Pensa em beber um copo de água com açúcar para se acalmar, mas devido ao nervoso se esquece. Logo depois começa a conjecturar como seria a sua vida doravante se o marido viesse a saber das malditas ligações telefônicas do filho:

– Alcebíades pai não pode saber de uma “miséra” dessa; se cair nos ouvidos dele eu fiquei de papo com um indivíduo libertino, serei uma mulher largada. O que vai ser de mim, meu Deus?!

Choramingando, lastima:

– Todo mundo “mim” alertava sobre os desatinos desse menino sem-vergonha desde quando esse peste ainda era uma criança, mas eu imaginava que falavam mal dele porque tinham inveja da gente. E olha agora o resultado: criei um monstro, uma cobra venenosa pra “mim” morder. Estou toda picada, morrendo aos poucos por casa do veneno nocivo desse “discarado”.

E continua o lamento dirigindo-se a ele:

– Jesus não vai permitir que você continue fazendo as suas malandragens aqui dentro do meu lar. E também que seu pai jamais saiba dessas misérias que você apronta no apartamento que ele adquiriu às custas de muito trabalho. É triste saber que, enquanto o inocente está trabalhando feito um burro de carga, você fica barbarizando aqui com as suas molecagens.

Ela está revoltada com a má conduta do filho. A seguir, enfeza a cara com muita raiva e cerra as sobrancelhas. Depois faz bico com os beiços e, com o dedo em riste na direção do rosto do filho, informa o castigo pesado que será aplicado como punição:

– De hoje em diante você “tá” proibido de pegar no telefone!… Ouviu, seu peste malparido?!…

JUNHÃO

Está murcho planejando o que poderá fazer para minorar o seu sofrimento sem a grana extra. Vai para o quarto de cabeça baixa. Deita-se na cama e cruza os braços por detrás na nuca apoiando-os no travesseiro e descansa a cabeça neles. Fica pensativo olhando para o teto e murmura planejando uma vingança:

– Vou providenciar um remédio de tarja preta para essa criatura tomar sem ela saber. Vou colocar uma dosagem dupla da droga no suco que ela bebe todos os dias. Vou dizer a ela que suco de maracujá é bom para a memória. Ao tomar ela vai sentir uma moleza muito grande e pensará que é por causa do maracujá. A mistura “batizada” vai ser uma “sopa no mel”.

E continua a determinar:

– A desgraçada vai ficar grogue e isso facilitará a minha vida. É a única solução que tenho. A sujeita precisa se acalmar, porque só vive revoltada. Nada agrada a ela. E, no final, sou eu quem “pago o pato” das loucuras que ela inventa.

E conclui com desgosto:

– Se eu não precisasse de casa, comida, roupa lavada e dinheiro para as farras já teria me “picado” daqui. Não tem quem aguente uma “coroa” problemática igual a essa.

MÃE

Quando se acalma fica analisando toda a situação e depois conclui:

– O meu Juninho faz essas traquinagens porque é um inocente na vida. Tenho certeza de que isso que ele faz é devido à influência das amizades ruins. Sozinho ele não teria a noção para praticar esses atos vis. O meu filhinho é muito puro. Mas Jesus há de “mim” ajudar a dar uma direção na vida dele. Aí ele vai virar uma pessoa decente.

Imbuída da vontade em conseguir redirecionar o Júnior, fala com entusiasmo:

– Irei frequentar uma igreja evangélica aqui perto de casa. Com o tempo vou “si” batizar e serei uma crente fervorosa. Um milagre vai acontecer em nossas vidas. Tenho certeza de que o Juninho irá seguir o meu bom exemplo.

Continuando empolgada e diz:

– O meu menino segue todas as minhas determinações. Ele irá congregar comigo todos os dias no templo e logo se afastará dessa vida nefasta na qual os tais amigos forçam esse cabeça de vento a fazer asneiras. Isso eu garanto!

Esperançosa com a libertação do filho, exclama sorridente:

– Adeus galera do mal! De agora em diante quem vai mandar nele é Jesus!!!

JUNHÃO

Enquanto isso ele continua com o seu planejamento:

–  Essa “coroa” vai ficar à mercê das minhas vontades quando estiver dopada com os remédios que vou administrar a ela. Já encomendei um “bocado” de caixas da tarja preta à Mérinha que trabalha no hospício como auxiliar de enfermagem. A minha coligação não me deixa na mão. Ela sabe como “dar os pulos” para conseguir desviar o medicamento controlado.

E completa o seu plano dizendo:

– Prometi dar uma boa grana a Mérinha pelos comprimidos depois que a velha for medicada. Com a “coroa” dormindo entorpecida é fácil eu surrupiar o montante na gaveta da cômoda onde ela esconde o dinheiro. Vai ser uma beleza eu ter um banco particular!

Cheio de autoridade sentencia:

– Vou dar uma direção à vida dessa carrasca. De agora em diante ela “vai comer na minha mão”. A velha Ceiça vai saber quem manda aqui neste apartamento.

MÃE

Está martirizada pelo tremendo castigo que impôs ao filho. Fica triste e com remorso, diz arrependida:

– Fui muito má punindo o meu filhinho. Vou liberar ele para usar o telefone quando quiser. Esses malfeitos são coisas de crianças. Com certeza ele não irá mais fazer essas bestagens. O que eu mais adoro no meu filho é a inocência dele, coitado…

E conclui com a voz tenra:

– Estou “mim” sentindo péssima por ter sido tão rude com ele. Ainda mais sabendo que o meu Juninho é incapaz de fazer mal a alguém. Ele é uma pobre criança e precisa de muito carinho…

Autor: Joswilton Lima

Joswilton Lima é natural de Ilhéus-Ba, mas é domiciliado há mais de vinte anos em Morro do Chapéu. Tem formação em Ciências Econômicas, mas sempre foi voltado para as artes desde a infância quando começou a pintar as primeiras telas e a fazer os seus primeiros escritos. Como artista plástico participou de salões onde foi premiado com medalhas de ouro e também de inúmeras exposições coletivas nos estados da Bahia, Sergipe e Pernambuco. Possui obras que fazem parte do acervo de colecionadores particulares e entidades tanto no Brasil, quanto em países do exterior, a exemplo dos E.U.A, Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha. Possui o site www.joswiltonlima.com onde tem uma mostra de algumas de suas pinturas em diferentes técnicas e estilos, sendo visualizado por inúmeros países.

Em determinada época lecionou pintura em seu atelier no bairro de Santo Antonio Além do Carmo, em Salvador, e foi membro de comissões julgadoras em concursos de pintura. Nesse período exerceu a função de Diretor na Associação dos Artistas Populares do Centro Histórico do Pelourinho (primitivistas e naif’s), em Salvador.

Como escritor também foi premiado em diversos concursos de contos tendo lançado um e-book com o título “Enigmas da Escuridão”, com abordagem espiritualista, tendo obtido a nota máxima de 5 estrelas de leitores do site www.amazon.com.br Outros contos e romances estão sendo escritos.

Concomitante às atividades artísticas sempre exerceu funções laboriosas em diversos setores produtivos, tendo se aposentado recentemente na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, onde trabalhou por muitos anos na Fiscalização.

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