Licuris são transplantados no Conjunto Eólico Campo Largo 2

A espécie da flora local é fonte de renda para comunidades da região

Cerca de 130 pés de Licuri, localizados em trechos de supressão vegetal, no Conjunto Eólico Campo Largo 2, foram transplantadas para outras áreas do empreendimento. A atividade tem como objetivo preservar os indíviduos da Palmeira, protegida por lei, fonte de renda para as comunidades locais e de alimento para várias espécies da fauna, a exemplo da Arara-azul-de-lear.

De acordo com o gerente de Projetos da ENGIE, Giuliano Pasquali, a atividade de supressão de vegetação requer procedimentos específicos e medidas como o replantio são aplicadas a fim de diminuir os impactos da flora nativa durante o processo.

“Inicialmente, os biólogos fizeram uma varredura nas áreas utilizando GPS para georeferenciar e marcaram todos os indivíduos. Com uma analise técnica, identificaram quais deles tinham condições de serem transplantados e definiram a melhor estratégia para implementar as técnicas de proteção”, destacou Pasquali.

O trabalho de transplante acontece,em especial, com as espécies ameaçadas de extinção, raras, endêmicas ou aquelas com corte protegido por lei e envolve vários cuidados que vão além da mera mudança de local.

“Não basta transplantar, é preciso cuidar. Nossas equipes de meio ambiente acompanham de perto o trabalho, que inclui poda, orientações de manejo,  adubação, irrigação, monitoramento da umidade após o transplante, até cada indivíduo dar sinais que está adaptado no novo local”, destacou Pasquali, informando ainda que todas as plantas relocadas nesta fase do empreendimento se desenvolveram bem, após o processo.

Mesmo com todos os esforços, nem todas as árvores adultas podem ser tranplantadas e, nesse caso, existe a compensação determinada por lei. “Para esta espécie é de, no mínimo, 15 mudas para cada árvore cortada. Mas nossa estimativa é ir bem além da meta necessária e, até o final do projeto, plantarmos cerca 12 mil mudas de Licuri no Conjunto Eólico”, finalizou Pasquali.

Durante toda a fase de implantação do Conjunto Eólico, a ENGIE manterá um viveiro florestal, com as mudas de Licuri e de cerca de outras 75 espécies de árvores, que serão plantadas nas áreas suprimidas do empreedimento.

 

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