Fake news tenta contaminar campanha de favorita à sucessão em Morro de Chapéu

Em meio à pandemia do Covid-19, que impôs o isolamento social em todo o país, o município de Morro do Chapéu, a cerca de 400 km de Salvador, está às voltas com um outro tipo de doença: a das fake news, ou notícias falsas, voltadas para a disputa político-eleitoral.

Embora não tenha sido deflagrada oficialmente, a campanha política com vistas à sucessão municipal está a todo vapor na cidade da Chapada Diamantina e os postulantes e apoiadores usam as redes sociais (e até mesmo blogs locais) como meio de divulgar suas candidaturas e tentar desqualificar os opositores.

Um dos principais alvos dos virulentos ataques tem sido a atual vice-prefeita do município, Juliana Araújo – considerada a favorita na disputa –, que nesta segunda-feira teve seu nome veiculado em uma matéria logo compartilhada nas redes sociais que insinuava sua inelegibilidade.

Por causa de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a condenou, juntamente com o atual gestor, por “propaganda eleitoral” antecipada na campanha eleitoral de 2016, ao pagamento de uma multa de R$ 10 mil, já sanada, a vice-prefeita acabou se tornando alvo de uma notícia falsa de que estaria inelegível.

O que originou os boatos que passaram a circular por Morro do Chapéu sobre a inelegibilidade da pré-candidata do PL foi uma matéria publicada por um site local retomando o assunto da condenação da pré-candidata pela Justiça Eleitoral.

Embora fale apenas da condenação, o posto insinua a inelegibilidade. Apoiadores da pré-candidatura da vice-prefeita, os vereadores Béa Gudinho e André Valois afirmam “tratar-se de uma iniciativa destinada a influenciar a opinião pública”.

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