ENGIE inicia plantio de espécies nativas em áreas do Conjunto Eólico Campo Largo 2

As áreas de vegetação que foram suprimidas durante a construção do Conjunto Eólico Campo Largo 2 começaram a ser recuperadas. Previsto no Subprograma de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), o reflorestamento tem como objetivo restabelecer o desenvolvimento ecológico das áreas afetadas pelo Empreendimento.

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Cerca de 20 mil mudas de espécies nativas, como Aroeira, Angico, Jatobá, Juazeiro, Umbuzeiro, entre outras, serão plantadas em laterais de vias de acesso, jazidas, pátio de montagem e canteiros de obra. Todas as espécies utilizadas na atividade são provenientes do viveiro de mudas da ENGIE, onde as plantas são produzidas a partir de sementes coletadas das árvores existentes no Conjunto Eólico.

 

Acompanhado por profissionais especializados, o PRAD prevê a aplicação de técnicas diferentes e adequadas para cada área, respeitando as individualidades e a intenção de uso futuro.

 

Segundo o o gerente de Projetos da ENGIE, Giuliano Pasquali, o trabalho envolve, entre outras ações, a recomposição topográfica e paisagística dos espaços e a implantação de medidas que evitem ou reduzam o desenvolvimento de processos erosivos. “Inclui também o restabelecimento das condições físicas do solo, a reconformação do relevo, após a finalização das obras e a recomposição da cobertura vegetal do solo nas áreas afetadas, bem como o monitoramento das áreas em recuperação”, destacou Pasquali.

 

Localizado nos Municípios de Umburanas e Sento Sé, o Conjunto Eólico Campo Largo 2 será formado por 86 aerogeradores e terá capacidade total instalada de 361,2 MW.

 

 

Sobre a ENGIE

A ENGIE é a maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de 10.211MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país, a empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Com a aquisição da TAG, a ENGIE é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios.

Além disso, o Grupo atua no Brasil na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade Urbana. Contando com 2.750 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2019 um faturamento de R$ 10,5 bilhões.

A ENGIE é referência mundial em energia e serviços de baixo carbono. Nosso propósito (“raison d’être”) é agir para a aceleração da transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e de soluções mais sustentáveis, conciliando performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta. A ENGIE se apoia nas suas atividades chave (gás, energia renovável, serviços) para oferecer soluções competitivas aos nossos clientes. Com nossos 170.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, somos uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso mais harmonioso.

Receita em 2019: 60,1 bilhões de euros. O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e EuronextVigeoEiris – World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

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