DOM TOMMASO CASCIANELLI C.P., 20 ANOS NA DIOCESE DE IRECÊ

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No dia 23 de setembro de 2000, Padre Tommaso C.P., eleito pelo Santo Padre, João Paulo II para ser o 4º Bispo Diocesano de Irecê. Nasceu em 09 de Março de 1948 em Capodimonte, na antiga Diocese de Montefiascone (tália). Depois de concluir os estudos deilosófia no Seminário dos Padres Passionistas e os estudos teológicos na Pontifícia Universidade Lateranense, obteve a Licenciatura em Teologia. Em 28 de Setembro de 1965 emitiu a profissão religiosa na Congregação da Paixão de Jesus Cristo e depois, no dia 7 de Abril de 1973, recebeu a Ordenação Sacerdotal. Em 1980 foi enviado para o Brasil como missionário, trabalhando no Vicariato Passionista da Bahia, tendo sido o Vice Pároco e depois Pároco 1980-1984) da Paróquia Santa Maria Goretti na Diocese de Itabuna; em (1983-1984) foi Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição da Ferrada. De 1984 à 1992, sendo Vigário Regional do Vicariato Passionista da Bahia, em Salvador. De 1992 à 1996 foi pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Diocese de Jequié e Superior do Convento Jesus Crucificado. Com a sua posse na Diocese de Irecê, deixou o cargo de  Vigário Regional dos Passionistas na Bahia.

Em 12 de novembro de 2000, Dom Tommaso toma posse na Diocese de Irecê, sendo eleito o quarto Bispo da Diocese, sendo o seu lema Episcopal  ‘ Amare et Servire” – Amar e Servir.

 

 

 

 

A chegada de Dom Tommaso: Entrevista para a revista “ Aplauso!”

“o chegar em Irecê, em 12 de novembro de 2000, foi uma acolhida muito bonita, num ginásio de Esportes Superlotado! Ansiosos em conhecer o novo Bispo!”

Podemos destacar esses seus 20 anos pastoreando a Diocese grandes feitos que auxiliam o povo de Deus. Reforma e Ampliação da Catedral Bom Pastor, sendo uma reforma que necessitou da dedicação de todos tendo  hoje um espaço mais amplo, destacando uma pintura dourada (made in Itália) em esculturas religiosas.

Inauguração da Catedral em 04 /08/2010, Dom Tommaso destacou a importância da devoção a Santa Dulce dos Pobres, “iquei cinco anos perto de Irmã Dulce, de 1986 a 1991. Sendo cinco anos mais próximo à Santa Baiana. Foi a experiência mais linda e mais profunda da minha vida no Brasil”

Podemos destacar as construções em parceria com a Associação Gianluca Fellice da Casa dos Anjos e o Centro Irmã Dulce Porta Aberta. Duas obras que possuem ações para evangelizar, tendo atendimento com grandes profissionais para essoas carentes da Diocese, e projetos como coral com  crianças, integração de leigos em aulas de canto, pintura.

O Seminário Emaús , “o coração da Diocese”, local onde muitos jovens congregam suas orações ao Divino Mestre pedindo a intercessão do Mártir São Lourenço, padroeiroeminárioue intercede ao Cristo Crucificado “permaneça no meio de nós”.

Reforma e Construção do Centro Diocesano Emaús, local para retiros e reuniões.

Outro aspecto importante sua atenção para as vocações, Missão permanente e a Juventude.  “a força da juventude faz com que a diocese se torne ainda mais missionária”. Em sua chegada a Diocese encontrou 6 padres atuando no imenso território. Hoje temos 31 Padres muitos deles oriundos de comunidades de comunidades da Diocese, sendo 23 ordenados pelo mesmo. Como também Elevações de Paróquias e trabalho em pastorais;

Dom Tommaso é destacado pela sua simplicidade.

Todos os seus projetos e atividades ão de suma importância para a Diocese de Irecê, “Dom Tommaso é para seu rebanho imagem eloquente do Bom Pastor, que se faz pobre com os pobres, e irmão entre os irmãos.”

A Diocese de Irecê se alegra com a sua presença!

Que Cristo Bom Pastor o abençoe !

BRASÃO EPISCOPAL

O seu lema “Amar e Servir” (mare et Servire), o mesmo da Irmã Dulce dos Pobres, “Anjo Bom da Bahia”. O brasão Episcopal tem um formato de um coração que lembra a sua matriz espiritual, Congregação da Paixão, “ãe fecunda de muitos santos” (Paulo VI), e, significa também ser coração totalmente aberto para amar e servir o rebanho que o Senhor confiou, estando sempre disposto a lançar as redes. A Cruz é o fundamento perpétuo da Evangelização e as gotas de água e sangue simbolizam a fonte da vida que jorra da mesma Cruz. O pão partido lembra a Sagrada Eucarístia, alimento da vida eterna, escola de solidariedade, amor e paz.

Maria do “Sim,” na anunciação e ao pé da Cruz a quem ele se confia e confia a sua Diocese. As cores marrom e verde: de um lado o marrom do chão da Diocese, por vezes castigado pela seca, de outro, o verde da esperança, visível na resistência do povo, sempre pronto a recomeçar.

Texto: Rodolfo Valois

Edição:Fábio Alves

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