Covid19, fome com aumento de preços dos alimentos, e Bolsonaro prioriza politica armamentista

Diante de um piores cenários já vividos pelos brasileiros, com impactos sentidos na pele desde de aqui em Irecê no sertão baiano as capitais com maiores investimentos. Tem o aumento do desemprego gerado não pelo Fique em Casa, mais sim pela Pandemia que obrigou a todos a procurarem evitar aglomerações. Prova que bastou abraçar a ideia contrária, sob a argumentação do livre direito de ir e vir, acobertando a verdadeira intencionalidade de politização da pandemia, numa continuidade de polarização politica e colocando á segundo plano a vida humana.

Pois bem, diante deste cenário da pandemia onde já perdemos mais de 170.000 mil vidas e continuamos a perder com esta segunda onda ” chamada de repique” na declaração negacionista do vice presidente Mourão ( não sei se catedrático em ciência ou área da saúde, pesquisaremos ainda.”. No momento que o aumento do valor da cesta básica que afeta a toda sociedade, sendo mais cruel na parcela mais vulnerável de brasileiros.

No exato momento de dramaticidade para muitos desempregados, pobres, trabalhadores autônomos, de tantos outros brasileiros que já não comem carne e perderam a capacidade de consumir o mínimo necessário para manutenção de um equilíbrio nutricional, para manter a sua imunidade capaz de obter uma melhor resistência do organismo frente ao covid19.

Diante de todo o exposto, o presidente prioriza a politica armamentista, para muitos a compreensão foi uma só: ” está faltando comida, está faltando dinheiro, está faltando emprego. Como resposta,  tem facilidade para comprar armas”.

Não é perceptível uma politica destinada a população mais carente, para o social e as consequências derivadas de toda esta dificuldade.   Afirmar que o auxílio emergencial é uma demonstração de politica social oriunda e planejada deste governo, é o mínimo uma falta de respeito. A pandemia, a pressão popular e a obrigação do governo diante do retrato vivenciado, nada mais foi que uma reação imposta ao governo. Sem esquecer que o presidente defendia o valor de 200 reais, porém com a imposição de Rodrigo Maia, ” que muitos tentam negar ” o valor subiu para 500,00 reais e depois para 600,00 reais.

Alguns defensores do governo, já afinam os seus discursos para alegar  que a médio e longo prazo, os investimentos da industria armamentista será bom para o país. Enquanto hoje e a curto prazo muitos brasileiros padecem de ações mais humanitárias do senhor presidente.

http://noticiasdagente.com.br

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