A despedida dos entes queridos passa por cima até dos buracos

Nem a dor de perder um ente querido, especialmente nestes tempos de pandemia, quando se quer é possível um velório e o acolhimento dos amigos que vêm manifestar solidariedade nesta última hora em família, têm tido a observância das autoridades em Morro do Chapéu.

Esta pauta não se resume á atual gestão.

Na verdade, a enganação asfáltica, tem sido o fator preponderante para que as ruas da cidade do frio, principalmente, as mais distantes do centro, estas que não são vitrine para nenhuma gestão, são as mais visadas para se aplicar o sonrisal, digo, asfalto que se derrete com uma facilidade que não se encontra na mesma velocidade de dar solução e manutenção ao problema que, afeta, de longa data, os sepultamentos.

Com a pandemia, sobretudo os corpos de vítimas da COVID, nem passam pela rua da Saudade (João Rocha), pois, já vêm lacrados, em envelopes humanos, com toda a orientação médico científica para que não se abra os caixões e as famílias sepultam dentre tantas dores, a dor de nem conferi se era o seu familiar… nada que uma documentação gélida não supra, né? Que afirmação mais desumana, redator!

Mas, os cortejos fúnebres ou simplesmente sepultamentos, voltaram a acontecer com o acompanhamento de familiares que, têm que passar por cima ou se desviar – quando possível, dos buracos que separam a Saudade do aterro final.

Com a palavra, as autoridades e com a certeza de que os espaços LRN e Live do Léo estarão prontos para as respostas desejadas ou pelo menos, possíveis…

1 comentário em “A despedida dos entes queridos passa por cima até dos buracos”

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