Quando levantamos a bandeira da necessidade de tombamento e manutenção da História contada pelas páginas do Correio do Sertão, não é alarde muito menos sensacionalismo.
Nosso leitores estão habituados a ter, todo sábado ou domingo, edições completas do noticiosos mais antigo do Interior Baiano, em circulação ininterrupta, com pelo menos cem anos de edição.
Em nossas pesquisas e por sugestão de amigos que estão acompanhando estas publicações, aproximando mais ao tempo de nascimento de muitos amigos ou seus pais e avós, permitindo ainda mais, o pertencimento a esta história viva.
Veremos hoje:
Baralho Religioso e- Prêmio para quem montar uma Casa de Farinha (maio de 1918) – O Livro (junho de 1918)