Complexo Campo Largo começa a gerar energia

O Complexo Eólico Campo Largo, que está sendo implantado nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia, já está gerando energia. A primeira central eólica iniciou sua operação em testes no dia 13 de maio, quando foram sincronizados os primeiros aerogeradores do Complexo.

A energia destes primeiros aerogeradores já está sendo entregue na Subestação Ourolândia II e distribuída pelo Sistema Interligado Nacional – SIN. Segundo o gerente da obra, Murilo Boselli, neste primeiro momento, estão operando em teste os 11 aerogeradores do Central Eólica Campo Largo VII, com 29,7 MW de potência total instalada. Na sequência, com o bom andamento das atividades, devem ser sincronizados também os aerogeradores dos demais parques.
“Nesta etapa colocamos à prova todo o trabalho feito desde o início das atividades no Complexo, uma vez que, a aprovação nos testes e o bom funcionamento dos aerogeradores com a exportação de energia nos trazem resultados positivos e comprovam que as obras civis, eletromecânicas e de montagem, foram bem executadas”, destacou Boselli.
No canteiro de obras, as equipes seguem com os trabalhos de montagem e comissionamento dos aerogeradores, além da implantação dos 85 km das redes de média tensão (34,5 kV), que vão interligar os aerogeradores à Subestação Campo Largo. Até o momento, 20% dos 121 aerogeradores previstos no projeto foram montados, fase que deve ser concluída em outubro de 2018.
Em sua primeira etapa, o Complexo Eólico Campo Largo contará com 11 centrais eólicas compostas por 121 aerogeradores. Com capacidade total instalada de 326,7 MW, ele poderá abastecer uma população de até 600 mil habitantes.
  
Linha de Transmissão energizada
A linha de Transmissão 230 kV, rede responsável por transportar a energia produzida no Complexo Eólico Campo Largo até a Subestação Ourolândia II, localizada no Município de Ourolândia, já está energizada.
Desta forma, a população precisa ficar atenta às dicas de segurança para evitar acidentes. É importante lembrar que a faixa de servidão deve ser respeitada e a atenção redobrada na época da colheita ou plantio. O manuseio de máquinas agrícolas próximo às redes exige cautela e é proibido fazer queimadas, soltar pipas ou balões, subir nas torres e utilizar bambus ou varas compridas nas proximidades dos cabos elétricos, que em hipótese alguma podem ser tocados.
“É de fundamental importância que estas regras sejam respeitadas pois, só assim, conseguiremos garantir o bem estar de toda comunidade”, destacou o gerente da obra, Murilo Boselli.
 
Sobre a ENGIE
 A ENGIE está comprometida com um crescimento sustentável a fim de enfrentar os grandes desafios da transiçãoenergéticana direção de um mundo mais descarbonizado, descentralizado e digitalizado. O Grupo tem por objetivo tornar-se o líder desse novo mundo da energia ao focar em três atividades-chave para o futuro: baixa produção de carbono, especialmente a partir do gás natural e energias renováveis, infraestruturas energéticas e soluções eficientes adaptadas para as necessidades de todos os seus clientes (pessoas, empresase regiões). A satisfação dos clientes, a inovação e as soluções digitais são os princípios orientadores do desenvolvimento da ENGIE.
Presente em cerca de 70 países, a ENGIE conta com 150.000 colaboradores em todo o mundo e obteve receitas de € 66,6 bilhões em 2016. Cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), o Grupo está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, DJSI Europe e EuronextVigeoEiris – World120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).
Sobre a ENGIE Brasil 
No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 10.898,8 MW em 31 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País. O Grupo possui 90%de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no Nordeste e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira, da qual a ENGIE detém participação de 40%.
O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 2.100 colaboradores, a ENGIE teve no Brasil em 2017 um faturamento de R$ 7 bilhões.

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