Estão jogando lixo até ao lado do muro da escola, em Morro do Chapéu.


Morro do Chapéu sempre foi considerada berço educacional e cultural em nossa região, porém, nos últimos anos, a cidade-mãe tem apresentado retratos que refletem exatamente falta de educação, aquela de berço mesmo.

Os registros mostram que há pequenos lixões, criados pela própria população nos mais diversos pontos de entada e saída da cidade, a exemplo do famoso Morrão – o Morro do Chapéu que dá nome à cidade, numa das versões históricas, lixões em pontos da periferia e a última é o lixão do muro da escola.

As fotos mostram que, no centro da cidade, na rua que fica em frente ao fórum Clériston Andrade, moradores de classe média têm ali suas residências, estão fazendo de uma das laterais do muro do Colégio Estadual Teotônio Marques Dourado Filho, um dos símbolos da educação e da cultura morrenses, cujo aniversário de 40 anos será festejado em 2018, cujo muro será parte de projeto para homenagear grandes nomes desta ‘educação’ e ‘cultura’, tem se tornado mais um lixão ou pelo meno um pequeno depósito de lixo.

Dizer que as gestões têm pecado nesta situação, principalmente porque são omissas quando se tem que penalizar, multar os infratores, especialmente para não haver indisposição política partidária com as famílias de Morro do chapéu e, por consequência, perderem votos, fazendo valer o nosso código de postura municipal ou criando uma lei que paralelamente a uma campanha para reeducar nosso povo, preveja advertências, notificações e multas para os casos, ao tempo em que os vizinhos não terão coragem de entregarem quem coloca o lixo em horário e local inadequado, continuaremos a visualizar e a apenas fotografar as infrações.

Talvez nosso sistema de monitoramento por câmeras, além de servir para a segurança pública, fosse igualmente útil para dedurar que faz estas artes.

Estamos ajudando a transformar a educação em lixo?

Reflitam

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