Apesar da chuva, Público compareceu ao evento do Cine Pedal Brasil realizado em Morro do Chapéu


O Cine Pedal Brasil é um projeto que veio para mudar a visão dos cinéfilos e sua relação com o modo de gerir e usar energia. A Cidade de Morro do Chapéu recebeu o evento na Praça da Bandeira, neste sábado (20), apesar da chuva que caiu durante o começo da noite, o público compareceu para prestigiar a o Cine Pedal Brasil, o evento inédito na cidade exibiu filme projetado a partir da energia gerada por bicicletas, que foram pedaladas pelo Público. 10 bicicletas e 10 bases, onde as bicicletas levadas pelo público poderiam ser encaixadas, para a geração de energia do cinema itinerante.

Idealizado pela produtora Inffinito e apresentado pela Cielo, o evento contou com a colaboração da Rio Energy  e da Prefeitura Municipal de Morro do Chapéu .

O Cine Pedal Brasil é uma experiência interativa, colaborativa e inclusiva, onde o espectador é convidado a refletir sobre a sua relação com o consumo energético e a presença da tecnologia em sua vida.

As bicicletas, ao serem pedaladas pelo público, produzem a energia limpa que alimenta todo o equipamento necessário à projeção cinematográfica. A energia humana se converte em cinética e mecânica, expondo em um só ato, um conceito avançado de sustentabilidade.

Durante a passagem do Cine Pedal pela cidade de Morro do Chapéu, o público teve a oportunidade de assistir o Filme Cine Holliúdy que se passa no interior do Ceará, ali no início da década de 1970, e o seu protagonista Francisgleydisson (Edmilson Filho) é um apaixonado pela sétima arte, que adora artes marciais e anda preocupado com o crescente interesse da população pela TV. É que a caixa de som e vídeo está matando os cinemas. Cabra da peste arretado, ele resolve enfrentar este desafio se mudando com a esposa e o filhão para uma pequena cidade. Lá, eles fazem uma obra “ligeiro bala” para montar uma sala própria (olha o título) e seguir encantando o povo com as imagens e histórias, com sempre faz com o filho. E o macho que acredita que “tudo tem um jeito” se vira para tocar o negócio, improvisando do jeito que dá e teoricamente não daria. Enquanto isso, um prefeito (Roberto Bomtempo), inspirado em Odorico Paraguassu (O Bem-Amado), quer mais é saber de voto e já encomendou a televisão para a praça local.

Fonte: Morro Acontece

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